Logistique 2010 propicia fechamento de acordos internacionais
Empresas do Brasil e de Luanda negociam parceria na comercialização de serviços para o setor de transportes
(Chapecó) – As empresas AST Log e Benner formaram parceria na feira Logistique de 2010. A união dos serviços rendeu muitas vendas realizadas posteriormente a feira. As empresas trabalham com softwares de serviços de logística e anteriormente comercializaram os produtos isoladamente, depois da feira passaram a trabalhar de forma conjunta.
Já na Logistique de 2010, atuando conjuntamente, foram visitados por uma missão de empresários Israelenses que também atuam em Luanda, no continente Africano. A partir de agora, os produtos brasileiros serão comercializados nos dois paises e os produtos internacionais também serão vendidos no Brasil através da AST Log.
“A feira nos proporcionou conhecer essas duas empresas e melhorar nossa atuação no mercado nacional e internacional. Estamos produzindo softwares para utilização em 7 mil veículos, através da parceria que realizamos na Logistique 2009.”, explica Ednei Rebonatto, diretor de Logística da AST Log.
A Logistique 2010 acontece até esta sexta-feira com horários de funcionamento entre 15h e 22h. Maiores informações podem ser obtidas através do site www.logistique.com.br.
2º Seminário Sulbrasileiro de Logística, Transporte e Comercio Exterior
Custos na Cadeia do transporte são discutidos na Logistique 2010
(Chapecó) – O Sistema de custeio e precificação no transporte rodoviário de cargas foi abordado na Logistique 2010 pelo palestrante Antonio Valdivia Neto. A importância do custo, o custo, produtividade no transporte e o custeio geral da operação foram apresentados para uma platéia mista entre transportadores, empresas de logística e comercio exterior.
O custo de operação no setor de cargas foi dividido em duas áreas, o que diz respeito ao custo fixo, ligado ao tempo em que o veículo fica parado sem produzir e o custo variável, onde é a distancia percorrida que altera os valores. Os produtos utilizados para a manutenção dos veículos é importante neste quesito.
“Algumas empresas pensam que colocar óleo que dure menos representa menor custo, no entanto eles não colocam na conta o tempo que o caminhão vai ficar parado para fazer mais uma troca de óleo. A mesma coisa acontece com a escolha de um pneu novo ou de recapagem”, explica Antonio Valdivia Neto.
A conta final do frete é alterada e representa, em grande parte, conta excedente que precisa ser paga. Seja quando precisa esperar horas para carregar ou descarregar o caminhão, bem como a velocidade em que ele trafega. “As empresas precisam encontrar um ponto de equilíbrio sobre todos os aspectos, pois o cliente geralmente não aceita pagar essa conta.”, completa.
A economia influencia diretamente na formação de preços de fretes
(Chapecó) – O pais cresce e o volume de cargas acompanha o crescimento, precisando de mais veículos para suprir a demanda. Em contra partida o valor do frete também deverá subir, aumentando a conta final da carga. Os preços devem subir em função da pressao da demanda por transportes e também pelos custos operacionais que envolvem o setor.
“A nossa maior dificuldade é chegar nas empresas e apresentar a nossa planilha de custos operacionais. Se fizéssemos isso, seria possível justificar a elevação no preço do frete.”, diz.
Já no mercado de frigorificados, a relação custo e valor de frete, segundo o palestrante, é profissionalizada. O mercado é organizado e empoem valores para os transportadores. “As empresas apresentam o valor do frete e você aceita ou amarga o prejuízo. Agora, se você sabe o valor do custo e tem como defende-lo, a negociação é diferenciada.”, compelta.
Mas a única forma real de aumentar a margem de lucro e manter o preço do frete é reduzindo custo. O mesmo acontece quando diz respeito a eficiência no trabalho prestado. “No entando, se ainda assim não conseguir cobrir o preço do concorrente, então é viável sair do mercado”, finaliza.



















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