Porto do Açu e Petrobras assinam contrato para exportação de coque


O Porto do Açu e a Petrobras firmaram contrato para a operação regular de exportação de coque de petróleo por meio do Terminal Multicargas (T-Mult), em São João da Barra (RJ). O acordo estabelece uma nova rota logística para o escoamento da produção de quatro refinarias da Petrobras na região Sudeste: REGAP, em Betim (MG), REDUC, em Duque de Caxias (RJ), REPLAN, em Paulínia (SP) e REVAP, em São José dos Campos (SP).

Esse é o primeiro contrato entre as empresas para esse tipo de movimentação, e a previsão é de que sejam movimentadas até 600 mil toneladas de coque por ano, contemplando as etapas de recebimento, armazenagem e exportação da carga pelo terminal no Açu. A primeira operação está prevista para o fim de agosto. O contrato é válido por um ano e prevê a possibilidade de renovação por mais cinco.

“Nosso compromisso é desenvolver soluções logísticas que atendam às necessidades de cada cliente. Este contrato reforça nosso posicionamento como um hub logístico, aliando nossa expertise na movimentação de granéis sólidos com infraestrutura e capacidade de realizar operações de grande escala com segurança e competitividade”, analisa Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu.

A rota no Sudeste amplia as alternativas logísticas para a exportação do produto. Ao escoar a produção de diferentes refinarias da empresa em um mesmo local, o Açu reforça sua eficiência operacional, demonstrando sua capacidade de atender às demandas de um mercado global dinâmico.

O coque de petróleo é um subproduto de alto valor comercial gerado no processo de refino. O volume exportado pelo Açu viabilizará a entrada em importantes mercados internacionais, servindo como insumo energético de alto poder calorífico para diversas indústrias.

O T-Mult possui 500 metros de cais operacional e homologação para receber embarcações com calado de até 13,1 metros, podendo operar simultaneamente dois navios do tipo Panamax, cada um com capacidade para transportar até 75 mil toneladas. O terminal tem capacidade de entregar operações ágeis, com baixas filas de espera e taxas de carregamento horário acima das referências de mercado. Desde o início de suas atividades, em 2016, o terminal do Açu já movimentou 26 tipos diferentes de cargas entre graneis sólidos, breakbulk e cargas de projeto.

 

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