Portonave eleva excelência operacional com investimentos em infraestrutura e pessoas


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Líder nacional em satisfação e experiência do cliente pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC), a Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, executa um plano de investimentos que passa dos R$ 2 bilhões para fortalecer sua competitividade no segmento. O pacote contempla a adequação do cais, a aquisição de novos equipamentos e a inauguração do centro de desenvolvimento operacional mais tecnológico da América do Sul. Com foco em infraestrutura moderna, inovação e valorização das pessoas, a Companhia adota visão de longo prazo alinhada à descarbonização e à sustentabilidade.

A Obra de Adequação do Cais prepara a estrutura para operações com até 17 metros de profundidade e navios de até 400 metros. A segunda etapa segue em andamento, com 1,4 mil profissionais dedicados às atividades no cais e canteiro de obras. De acordo com dados de final de março – último levantamento realizado – 72% da obra total está concluída. Mais do que o ganho operacional, o cais terá infraestrutura para futura instalação do sistema de shore power, que permitirá o fornecimento de energia elétrica aos navios atracados – tecnologia inédita no setor brasileiro.

Além disso, o Terminal Portuário receberá novos equipamentos portuários: dois guindastes Ship-to-Shore (STS) de maior capacidade, 14 Rubber Tyred Gantry (RTG) eletrificados – previstos para serem recebidos no segundo semestre deste ano. Em 2025, entraram em operação uma Reach Stacker (RS) elétrica e dois Scanners para vistoria de contêineres. Aliado aos investimentos em infraestrutura, a Portonave também investe continuamente na capacitação dos profissionais.

Somados, os aportes privados da empresa vão expandir a capacidade operacional anual de 1,5 milhão para 2 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Esse crescimento impulsiona o desenvolvimento socioeconômico, com impacto positivo direto na cadeia nacional e local. Nesse contexto, as práticas alinhadas aos princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança, em português), com foco em infraestrutura moderna, inovação e valorização das pessoas, tornam-se essenciais ao nortear as ações da Companhia de forma responsável, equilibrada e sustentável, alinhadas à visão de longo prazo.

Foco em pessoas

Com foco no desenvolvimento contínuo e na capacitação de seus profissionais, o Centro de Desenvolvimento de Excelência Operacional está em fase de implementação final, com o objetivo de elevar a eficiência e a cultura de segurança da Companhia. Integrado ao Terminal Portuário, o hub conta com quatro simuladores da CM Labs, empresa canadense reconhecida mundialmente pela tecnologia e precisão de seus equipamentos, e tem capacidade para treinar cerca de 300 profissionais por ano, com uma equipe dedicada de instrutores. As capacitações no espaço estão previstas para serem iniciadas em maio.

Dois dos simuladores são do modelo Master Cab, o mais moderno disponível no mercado para capacitação no segmento e inédito na América do Sul. O equipamento é capaz de reproduzir, com alto grau de realismo, as operações dos guindastes STS e RTG, além das empilhadeiras de grande porte RS e Empty Container Handler (ECH) utilizadas na movimentação de contêineres. O Master Cab conta com 10 telas de LED, assento com sistema de motion, que reproduz as vibrações dos equipamentos reais, e controles idênticos aos das máquinas operacionais. Além disso, permite a troca de componentes, como joysticks e pedais, possibilitando a simulação dos quatro tipos de equipamentos em um único simulador.

O centro conta ainda com dois simuladores do modelo Trainer para a simulação dos Terminal Tractors (TT) no pátio de operações. Em ambos os modelos, é possível recriar condições adversas, como chuva, vento, neblina e baixa visibilidade, além de cenários de risco, como o afastamento do navio do cais ou a queda de contêineres.

Com a estrutura, os profissionais passam a contar com uma formação composta por 16 horas de aulas teóricas, 40 horas em simuladores e 184 horas de prática em campo. A iniciativa não substitui a experiência real, mas prepara os operadores para o desenvolvimento da memória motora e do domínio técnico em um ambiente seguro, além de permitir a análise das aptidões de cada profissional. Também será utilizado para a reciclagem de conhecimentos dos profissionais com maior tempo de experiência.

 

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